
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
I hate mondays...
Há segundas-feiras que são do caracinhas. Esta é uma delas. Das piores, diga-se. Daquelas em que os chefes acordaram quase todos com vontade de gozar com a minha cara. Deve ser lixado os subordinados serem mais inteligentes que os subordinantes. E em vez de lidar com esse facto de forma humilde, preferem espezinhar. É tão bonito, não é? (ironia). É uma espécie de Bullying no trabalho... Há dias de merda e, hoje, é um desses dias...sexta-feira, 22 de outubro de 2010
E com isto vos desejo...
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Vamos ajudar, é tão fácil! Passem a palavra!
Marquem 760300410 (chamada com o custo de 0,60€ para todas as redes). Além das chamadas, há outras formas de ajudar: Projecto Vaquinha, Mala Solidária, Donativos, entre outras. Espreitem aqui: Ajuda de Berço .
terça-feira, 19 de outubro de 2010
O que querem os Homens?
Ora, para responder a esta pergunta, nada melhor do que um homem:
E é mesmo isto que a maioria de nós quer, mais coisa menos coisa.”
Simpaticamente gamado daqui
Já vos aconteceu? No vosso caso, o que fariam?
"Olá
Sou o ABC, tenho XX anos, estou separado (mesmo) e tenho 2 filhos lindos e saudáveis.
Economista de profissão, trabalho num banco em ABCDEF e gosto muito daquilo que faço.
Sou uma pessoa optimista, positiva que acorda todos os dias com a ideia que é possível ser feliz.
Gosto de conhecer novas pessoas e fazer novas amizades.
Tenho vários sonhos na vida e um deles é o de ser pai de novo, adoro as crianças e realizo-me imenso paternidade. Adorava poder ajudar uma mulher que quisesse uma "produção independente".
Bjs"
1.º: não conheço tal pessoa nem reconheço o email do remetente;
2.º: não faço ideia como arranjou o meu email;
3.º: ao colocar o email do rementente na barra de procura do Facebook eis que aparece o perfil de um senhor com nome completo, na foto, ladeado por duas crianças.
1.a Pergunta: Alguma vez vos aconteceu algo semelhante? Não devo ser a única destinatário deste email, quer-me parecer que o remetente fez uso do campo Bcc
2.ª Pergunta: No vosso caso o que faziam: respondiam, mandando-o à mãezinha dele ou simplesmente ignoravam, encerrando a situação com um simples "delete email"?
3.ª Pergunta:O que é "Produção Independente"? Expliquem como se eu fosse mesmo muito burra (só mesmo para tirar dúvidas)...
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
A História da Formiga ou de como funciona o nosso país...

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente, a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e o controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava e cada vez ia ficando mais aborrecida
A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo do clima. Mas, o besouro, ao rever as contas, deu-se conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes, que concluía: "há muita gente nesta empresa!!"
E adivinhe quem o besouro mandou demitir?
A formiga, claro, porque andava muito desmotivada e aborrecida."
Um dia...
Um dia, o mais provável é tornares-te num chato, deixares de sair à noite e começares a levar-te demasiado a sério.Nesse dia vais começar a vestir cinzento e beje, pedir para baixar o volume da música e deixar a tua guitarra a apanhar pó.
Vais tornar-te politicamente correcto, socialmente evoluído, economicamente consciente. Vais achar que tens de ir para onde toda a gente vai e assumir que tens de usar fato e gravata todos os dias.
Nesse dia vais deixar de beijar em público, as tuas viagens serão mais vezes no sofá e dormirás menos ao relento. É oficial, vais entrar na idade do chinelo e deixar de ser quem foste até então.
Vais deixar de te sentar ao colo dos amigos e vais esquecer-te como se faz um quantos-queres ou um barco de papel. Vais ficar nervosinho se não trocares de carro de quatro em quatro anos e desatinar se o hotel onde ficares não te der toalhas para o teu macio e hidratado rosto, vais tornar-te muito crescido e começar a preocupar-te com tudo e com nada e a não fazer nada porque “vai-se andando” e a vida é mesmo assim. Vais dizer não mais vezes, vais ter mais medo, vais achar que não podes, que não deves, que tens vergonha.
Vais ser mais triste. Nesse dia, o mais provável é que também deixes de beber refrigerantes.
Aqui fica uma ideia:
Há por aí muita gente que precisa urgentemente "acordar e viver sem o 'parece mal'". E, às vezes, tão perto de nós...
Ainda a propósito do (des)acordo ortográfico...

"Imaginem.
Uma casa sem família. Gavetas abertas sem meias. O mercado do bulhão sem vendedoras. O mês de dezembro sem o Natal. Os teatros sem atores e encenadores. As ruas sem movimento. As estradas sem carros, motos e camiões. Um mundo sem cor, vazio!
Agora imaginem os nossos atos sem a letra “cê”. Aqueles que leem sem acento circunflexo. Andar em contrarrelógio sem o hífen. Passear pela quinta do chafariz sem as letras maiúsculas que a elevam. Olhar para o céu e ver um asteroide sem acento agudo.
Todos chegamos à mesma conclusão. A língua portuguesa ao abrigo do novo acordo ortográfico é como um mundo sem cor."
Beatriz Madeira; 12º C
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
"I'm not one of the bottle. I'm... I think, I'm a special one."
Nunca fui muito dada a ver jogos de futebol. Apenas vejo alguns do meu Sporting e os da Selecção Nacional. Nestes, vibro mesmo à séria.Gostava de o ver como treinador da Nossa Selecção. Mas como o próprio Special One diz "o meu é o melhor! Pois bem, se o nosso é Paulo Bento, Paulo Bento é o melhor. " Então, força Paulo Bento.
Não resisto a transcrever a carta aberta de José Mourinho. É extensa mas vale apena ler cada frase. Porque é um dos melhores banhos de humildade que cada um de nós deve tomar regularmente. Porque é uma excelente dose de motivação. Porque, efectivamente, ele tem qualquer coisa de special...
"Sou português há 47 anos e treinador de futebol há dez. Sendo assim, sou mais português do que treinador. Posto isto, para que não restassem dúvidas, vamos ao que importa…
As Selecções Nacionais não são espaços de afirmação pessoal, mas sim de afirmação de um País e, por isso, devem ser um espaço de profunda emoção colectiva, de empatia, de união. Aqui, nas selecções, os jogadores não são apenas profissionais de futebol, os jogadores são além disso portugueses comuns que, por jogarem melhor que os portugueses empregados bancários, taxistas, políticos, professores, pescadores ou agricultores, foram escolhidos para lutarem por Portugal. E quando estes eleitos a quem Deus deu um talento se juntam para jogar por Portugal, devem faze-lo a pensar naquilo que são – não simplesmente profissionais de futebol (esses são os que jogam nos clubes), mas, além disso, portugueses comuns que vão fazer aquilo que outros não podem fazer, isto é, defender Portugal, a sua auto estima, a sua alegria.
Obviamente há coisas na sociedade portuguesa incomparavelmente muito mais importantes que o futebol, que uma vitória ou uma derrota, que uma qualificação ou não para um Europeu ou um Mundial. Mas os portugueses que vão jogar por Portugal – repito, não gosto de lhes chamar jogadores – têm de saber para onde vão, ao que vão, porque vão e o que se espera deles.
Por isso, quando a Federação Portuguesa de Futebol me contactou para ser treinador nacional, aquilo que senti em minha casa foi orgulho; do que me lembrei foi das centenas e centenas de pessoas que, no período de férias, me abordam para me dizerem quanto desejam que eu assuma este cargo. Isto levou-me, pela primeira vez na minha vida profissional, a decidir de uma forma emocional e não racional, abandonando, ainda que temporariamente, um projecto de carreira que me levou até onde me levou.
Desculpem a linguagem, mas a verdade é que pensei: Que se lixem as consequências negativas e as críticas se não ganhar; que se lixe o facto de não ter tempo para treinar e implementar o futebol que me tem levado ao sucesso; por Portugal, eu vou!
E é isto que eu quero dizer aos eleitos para jogar por Portugal: aí, não se passeia prestigio; aí, não se vai para levar ou retirar dividendos; aí, quem vai, vai para dar; aí, há que ir de alma e coração; aí, não há individualidades nem individualismos; aí, há portugueses que ou vencem ou perdem, mas de pé; aí, não há azias por jogar ou por ir para o banco; aí, só há espaço para se sentir orgulho e se ter atitude positiva.
Por um par de dias senti-me e pensei como treinador de Portugal. E gostei. Mas tenho que reconhecer que o Real Madrid é uma instituição gigante, que me «comprou» ao Inter, que me paga, e que não pode correr riscos perante os seus sócios e adeptos. Permitir que o seu treinador, ainda que por uns dias, saísse do seu habitat de trabalho e dividisse a sua concentração e as suas capacidades era impensável.
Creio, por conseguinte, que o feedback que saiu de Madrid e chegou à Federação levou a que se anulasse a reunião e não se formalizasse o pedido da minha colaboração.
Para tristeza minha e frustração do presidente Gilberto Madail.
Mas, sublinho, agora já a frio: foi e é uma decisão fácil de entender. Estou ao leme de uma nau gigantesca, que não se pode nem se deve abandonar por um minuto. O Real decidiu bem.
Fiquei com o travo amargo de não ter podido ajudar a Selecção, mas fico com a tranquilidade óbvia de quem percebe que tem nas suas mãos um dos trabalhos mais prestigiados no mundo do futebol.
Agora, Portugal tem um treinador e ele deve ser olhado por todos como «o nosso treinador» e «o melhor» até ao dia em que deixar de ser «o nosso treinador». Esta parece-me uma máxima exemplar: o meu é o melhor! Pois bem, se o nosso é Paulo Bento, Paulo Bento é o melhor.
Como português, do Paulo espero independência, capacidade de decisão, organização, modelagem das estruturas de apoio, mobilização forte, fonte de motivação e, naturalmente, coerência na construção de um modelo de equipa adaptada as características dos portugueses que estão à sua disposição. Sinceramente, acho que o Paulo tem condições para desenvolver tudo isso e para tal terá sempre o meu apoio. Se ele ganhar, eu, português, ganho; se ele perder, eu, português, perderei. Mas eu também quero ganhar.
No ultimo encontro de treinadores que disputam a Champions League, quando questionado sobre o poder dos treinadores nos clubes, ou a perda de poder dos treinadores face ao novo mundo do futebol, sir Alex Fergusson disse (e não havia ninguém com mais autoridade do que ele para o dizer!) que o poder e a liderança dos treinadores depende da personalidade dos mesmos, mas que depende muitíssimo das estruturas que os rodeiam. Clubes e dirigentes fragilizam ou solidificam treinadores.
Eu transponho estas sábias palavras para a selecção nacional: todos, mas todos, neste país devem fazer do treinador da selecção um homem forte e protegido. E quando digo todos, refiro-me a dirigentes associativos, federativos e de clubes, passando pelos jogadores convocados e pelos não convocados, continuando pelos que trabalham na comunicação social e terminando nos taxistas, políticos, pescadores, policias, metalúrgicos, etc. Todos temos de estar unidos e ganhar. E se perdermos, que seja de pé.
Mas, repito, há coisas incomparavelmente mais importantes neste país que o futebol. Incomparavelmente mais importantes… Infelizmente!
Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os treinadores portugueses, aos que estão em Portugal e aos muitos que já trabalham em tantos países de diferentes continentes, uma época com poucas tristezas e muitas alegrias.
Ao Xico Silveira Ramos, manifesto-lhe a minha confiança no seu cargo de Presidente da ANTF.
Um abraço a todos.
José Mourinho
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Do nosso umbigo...
Absolutamente delicioso... #1
Shrek IIIsexta-feira, 8 de outubro de 2010
Volta Sol!
Estás perdoado!... Secret Story

quarta-feira, 6 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Estou com a neura...






